O assassinato da professora Juliana Santiago, morta por um aluno dentro de uma sala de aula em Porto Velho (RO), provocou forte comoção nacional e reacendeu o debate sobre segurança nos ambientes de ensino. Em Vitória da Conquista, a vereadora e delegada de Polícia Civil Gabriela Garrido classificou o crime como “um soco no estômago de todos que ainda acreditam na educação como caminho e na justiça como proteção”.
Juliana Santiago era professora de Direito Penal e também servidora da Polícia Civil. Para a vereadora e delegada Gabriela Garrido , o caso ultrapassa o limite de mais uma estatística de violência. “É difícil até repetir o que aconteceu sem que a indignação suba pela garganta. Uma professora, uma servidora pública, uma mulher que dedicava a vida a formar cidadãos, assassinada dentro de uma sala de aula”, afirmou a vereadora e delegada Gabriela Garrido .
A vereadora e delegada Gabriela Garrido destacou que o crime atinge de forma pessoal e profissional. “Eu sou mulher, sou mãe e sou policial. Isso me dói profundamente. Eu sei o que é enfrentar pessoas que não respeitam limites, autoridade ou a vida. Passei anos olhando nos olhos de criminosos, conduzindo prisões, enfrentando ameaças. A violência não é teoria: ela é real, fria e covarde”, disse.
Segundo a vereadora e delegada Gabriela Garrido , o avanço da violência para espaços tradicionalmente considerados seguros demonstra um cenário alarmante. “A violência não escolhe mais esquinas escuras. Ela invade escolas, universidades, ambientes que deveriam ser sagrados. Quando atravessa a porta de uma sala de aula, não atinge apenas uma vítima: atinge cada professor que entra para ensinar, cada estudante que acredita no futuro e cada mãe que espera o filho voltar para casa em segurança”, declarou a vereadora e delegada Gabriela Garrido .
A parlamentar defendeu que a morte de Juliana Santiago precisa gerar ações concretas e não apenas comoção momentânea. Entre as medidas apontadas estão o fortalecimento da segurança nas instituições de ensino, a criação de protocolos claros de prevenção, a identificação precoce de comportamentos de risco e a integração efetiva entre escolas, universidades e forças de segurança.
“Não se trata de transformar universidades em presídios, mas de garantir que quem ensina e quem aprende tenha proteção. Precisamos discutir acompanhamento psicológico, prevenção e resposta rápida. O que aconteceu em Rondônia dói em todos nós, mas a dor não pode virar acomodação”, ressaltou a vereadora e delegada Gabriela Garrido .
Para a vereadora e delegada Gabriela Garrido , o enfrentamento à violência exige posicionamento firme. “A dor precisa virar força. É essa força que carrego todos os dias, de quem já enfrentou o crime de frente e sabe que a segurança pública é um campo de decisões que salvam ou colocam vidas em risco. Precisamos estar do lado da lei, do lado das vítimas e do lado de quem quer estudar, trabalhar e viver em paz”, concluiu a vereadora e delegada Gabriela Garrido .
O caso segue sendo investigado pelas autoridades de Rondônia e continua repercutindo em todo o país, levantando questionamentos urgentes sobre segurança, saúde mental e prevenção da violência nos espaços educacionais.





