O senador Ciro Nogueira afirmou nesta sexta-feira (09) ser alvo de perseguição política após ser citado em uma operação da Polícia Federal que investiga possíveis irregularidades envolvendo o Banco Master e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Em publicação nas redes sociais, o parlamentar declarou que “todo ano político é a mesma coisa” e sugeriu que adversários tentam enfraquecer lideranças que aparecem bem posicionadas nas pesquisas eleitorais. Segundo ele, situações semelhantes ocorreram durante o período eleitoral de 2018.
“Querem parar quem lidera as pesquisas de intenção de votos. Em 2018 fizeram exatamente a mesma coisa. O povo do Piauí percebeu a perseguição política e o efeito foi contrário”, afirmou o senador.
Ciro Nogueira também ressaltou que, em ocasiões anteriores, teve a inocência reconhecida após investigações. O parlamentar criticou o que classificou como ataques “malignos e sem fundamentos” e questionou os impactos causados à reputação de pessoas investigadas antes da conclusão dos processos.
“Quem devolve a honra de uma pessoa depois de um ataque tão maligno e sem fundamentos?”, escreveu.
O senador ainda agradeceu as manifestações de apoio recebidas após a deflagração da operação. Até o momento, a Polícia Federal não divulgou detalhes adicionais sobre o andamento das investigações relacionadas ao caso.
A operação colocou novamente o nome de Ciro Nogueira no centro do debate político nacional, ampliando a repercussão do caso nos bastidores de Brasília e nas redes sociais. Aliados do senador afirmam que ele tem colaborado com os esclarecimentos solicitados pelas autoridades.
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O senador Ciro Nogueira afirmou nesta sexta-feira (09) ser alvo de perseguição política após ser citado em uma operação da Polícia Federal que investiga possíveis irregularidades envolvendo o Banco Master e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.Em publicação nas redes sociais, o parlamentar declarou que “todo ano político é a mesma coisa” e sugeriu que adversários tentam enfraquecer lideranças que aparecem bem posicionadas nas pesquisas eleitorais. Segundo ele, situações semelhantes ocorreram durante o período eleitoral de 2018.“Querem parar quem lidera as pesquisas de intenção de votos. Em 2018 fizeram exatamente a mesma coisa. O povo do Piauí percebeu a perseguição política e o efeito foi contrário”, afirmou o senador.Ciro Nogueira também ressaltou que, em ocasiões anteriores, teve a inocência reconhecida após investigações. O parlamentar criticou o que classificou como ataques “malignos e sem fundamentos” e questionou os impactos causados à reputação de pessoas investigadas antes da conclusão dos processos.“Quem devolve a honra de uma pessoa depois de um ataque tão maligno e sem fundamentos?”, escreveu.O senador ainda agradeceu as manifestações de apoio recebidas após a deflagração da operação. Até o momento, a Polícia Federal não divulgou detalhes adicionais sobre o andamento das investigações relacionadas ao caso.A operação colocou novamente o nome de Ciro Nogueira no centro do debate político nacional, ampliando a repercussão do caso nos bastidores de Brasília e nas redes sociais. Aliados do senador afirmam que ele tem colaborado com os esclarecimentos solicitados pelas autoridades.





