Nesta segunda-feira, 7 de julho, quando se comemora o Dia do Chocolate, os holofotes se voltam não apenas para o sabor marcante e as experiências que esse alimento desperta, mas também para quem torna tudo isso possível: os agricultores e agricultoras familiares baianos. A Secretaria de Desenvolvimento Rural da Bahia aproveita a data para homenagear quem está na origem dessa cadeia produtiva, com destaque para produtores como Carlos Nascimento Almeida, morador do município de Camamu, no Baixo Sul da Bahia.
Carlos é um dos muitos agricultores que, com dedicação diária, cultivam o cacau, fruto que dá origem ao chocolate e que tem forte importância econômica, cultural e histórica para a Bahia. Na propriedade dele, o trabalho começa cedo. A lavoura, mantida em sistema agroflorestal, reúne sustentabilidade e tradição para garantir a qualidade do produto final.
“Cada barra de chocolate que chega à mesa do consumidor carrega um pouco da nossa história, do nosso esforço e da nossa terra”, afirma o agricultor, que tem orgulho em dizer que vive da produção do cacau.
A Bahia é responsável por cerca de 70% da produção nacional de cacau e vem se destacando, nos últimos anos, também na fabricação de chocolates finos, com origem controlada e valorização do produto artesanal. Esse movimento tem impulsionado o desenvolvimento regional, gerando renda e oportunidades especialmente para comunidades rurais.
Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Rural da Bahia , o Estado investe continuamente na valorização da agricultura familiar, por meio de políticas públicas, assistência técnica e projetos de incentivo à produção e à comercialização do cacau e derivados. Programas como o Bahia Produtiva e o Pró-Semiárido têm papel fundamental na melhoria da infraestrutura de produção e no acesso a mercados.
Neste 7 de julho, o chocolate é motivo de celebração em muitos lares, mas para centenas de famílias agricultoras da Bahia, ele representa também sustento, identidade e futuro.





