A médica e vereadora de Vitória da Conquista, Dra. Lara Fernandes, se manifestou publicamente sobre a situação política e institucional da Venezuela, adotando um tom firme ao criticar o regime liderado por Nicolás Maduro. Em declaração, a parlamentar destacou que o princípio da soberania nacional não pode ser utilizado como argumento para encobrir práticas autoritárias nem para relativizar violações de direitos humanos.
Segundo a médica e vereadora Dra. Lara Fernandes, a Venezuela não vive atualmente sob um Estado democrático de direito. Para a médica e vereadora Dra. Lara Fernandes, o país enfrenta um regime de caráter autoritário, marcado por denúncias recorrentes de repressão política, censura, ligação com o crime, perseguição a opositores e violações sistemáticas de direitos humanos. A médica e vereadora Dra. Lara Fernandes ressaltou que essas acusações não são isoladas, mas amplamente registradas por organismos internacionais e entidades de monitoramento da democracia e das liberdades civis.
A parlamentar também criticou o que classificou como incoerência no discurso diplomático internacional. Em sua avaliação, condenar ações pontuais no cenário externo sem reconhecer e repudiar o regime que oprime o próprio povo venezuelano representa uma postura contraditória. “Trata-se de uma hipocrisia diplomática ignorar a realidade interna do país e tratar o autoritarismo como se fosse uma questão secundária”, pontuou a médica e vereadora Dra. Lara Fernandes.
A médica e vereadora Dra. Lara Fernandes enfatizou ainda que a responsabilização internacional de regimes acusados de crimes contra a população não deve ser confundida com atos de violência. Para a médica e vereadora Dra. Lara Fernandes, cobrar respostas e punições é uma forma de promover justiça, defender a democracia e assegurar o direito dos povos à liberdade. “Responsabilizar não é agredir, é proteger valores universais”, afirmou a médica e vereadora Dra. Lara Fernandes.
Na avaliação da médica e vereadora Dra. Lara Fernandes a comunidade internacional não pode normalizar ditaduras sob o pretexto de alinhamentos ideológicos ou conveniências políticas. Ela alertou que o silêncio diante de regimes autoritários contribui para a perpetuação de abusos e para o enfraquecimento dos princípios democráticos.
Por fim, a médica e vereadora Dra. Lara Fernandes reforçou que a paz verdadeira só pode existir quando há liberdade, respeito à lei e mecanismos de responsabilização. Para a parlamentar, a ausência de posicionamento crítico diante de violações de direitos humanos não promove estabilidade, mas sim um “silêncio cúmplice” que agrava o sofrimento das populações submetidas a regimes autoritários.





